{"id":215500,"date":"2022-05-05T19:08:22","date_gmt":"2022-05-05T17:08:22","guid":{"rendered":"https:\/\/polishscience.pl\/?p=215500"},"modified":"2022-05-05T19:08:22","modified_gmt":"2022-05-05T17:08:22","slug":"quanto-os-estudantes-ganham-na-polonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/quanto-os-estudantes-ganham-na-polonia\/","title":{"rendered":"Quanto os estudantes ganham na Pol\u00f3nia?"},"content":{"rendered":"<p><strong>Cada terceiro aluno que trabalha ganha entre 2.000 e 3.000 zl\u00f3tis, o mesmo n\u00famero do ano passado. Isso \u00e9 relatado pelo estudo &#8216;Estudante no trabalho, realizado pelo estudo SW Research no programa &#8216;Carreira do Conselho Empresarial Polaco&#8217;.<\/strong><\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m mostra que as desigualdades salariais diminu\u00edram. O maior n\u00famero de estudantes bem pagos \u00e9 encontrado em Szczecin e Tricidade. Os estudantes de Crac\u00f3via e Pozna\u0144 ganham menos.<\/p>\n<p>Cada quinto aluno (22%) recebe um sal\u00e1rio entre 3.000 e 4.000 zl\u00f3tis. O n\u00famero de pessoas com rendimentos mais baixos diminuiu ligeiramente, 4% dos estudantes recebem menos de mil zl\u00f3tis e 15% de mil a dois mil.<\/p>\n<p>No estudo, 820 question\u00e1rios foram aplicados a estudantes com idades entre 18 e 30 anos. 36,7% deles indicaram que t\u00eam um emprego permanente ou a tempo parcial, 2,8% \u2014 que t\u00eam o seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cada terceiro aluno que trabalha ganha entre 2.000 e 3.000 zl\u00f3tis, o mesmo n\u00famero do ano passado. Isso \u00e9 relatado pelo estudo &#8216;Estudante no trabalho, realizado pelo estudo SW Research no programa &#8216;Carreira do Conselho Empresarial Polaco&#8217;. O estudo tamb\u00e9m mostra que as desigualdades salariais diminu\u00edram. O maior n\u00famero de estudantes bem pagos \u00e9 encontrado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":215268,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[72],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215500"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=215500"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/215500\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/215268"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=215500"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=215500"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=215500"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}