{"id":127941,"date":"2020-05-13T14:11:54","date_gmt":"2020-05-13T12:11:54","guid":{"rendered":"http:\/\/polishscience.pl\/?p=127941"},"modified":"2020-05-13T19:12:19","modified_gmt":"2020-05-13T17:12:19","slug":"pesquisa-inovadora-de-cientistas-da-universidade-de-szczecin","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/pesquisa-inovadora-de-cientistas-da-universidade-de-szczecin\/","title":{"rendered":"Pesquisa inovadora de cientistas da Universidade de Szczecin"},"content":{"rendered":"<p><strong>Um grupo de f\u00edsicos do Grupo Espacial Szczecin, liderado pelo Prof. Mariusz P. D\u0105browski da Universidade de Szczecin, participou de pesquisas inovadoras sobre a medi\u00e7\u00e3o da constante de estrutura fina. Os resultados foram publicados na prestigiada revista Science Advances.<\/strong><\/p>\n<p>Uma equipe internacional desenvolveu um sinal de um dos n\u00facleos mais externos ativos das gal\u00e1xias: o quasar J1120 + 0641. Com base nos dados obtidos, em combina\u00e7\u00e3o com dados anteriores de objetos mais pr\u00f3ximos, os cientistas estimaram que 13 mil anos atr\u00e1s milh\u00f5es de anos, a constante de estrutura fina tinha um valor ligeiramente mais baixo.<\/p>\n<p>Isso pode indicar a exist\u00eancia de lugares no Universo onde as for\u00e7as b\u00e1sicas que unem a mat\u00e9ria, incluindo a mat\u00e9ria viva, podem diferir. Isso, por sua vez, pode ter mais consequ\u00eancias ao tentar responder \u00e0 quest\u00e3o de como seria a vida no espa\u00e7o, porque sua forma depende principalmente do impacto das cargas el\u00e9tricas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de f\u00edsicos do Grupo Espacial Szczecin, liderado pelo Prof. Mariusz P. D\u0105browski da Universidade de Szczecin, participou de pesquisas inovadoras sobre a medi\u00e7\u00e3o da constante de estrutura fina. Os resultados foram publicados na prestigiada revista Science Advances. Uma equipe internacional desenvolveu um sinal de um dos n\u00facleos mais externos ativos das gal\u00e1xias: o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[73],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127941"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=127941"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127941\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127941"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=127941"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.polishscience.pl\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=127941"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}